A ferramenta também é sucesso entre as celebridades, que enxergaram nela uma maneira de interagir melhor com seus fãs e fidelizar a audiência. O cantor Luan Santana é o destaque entre os artistas brasileiros. O chatbot do sertanejo apareceu entre os três mais acessados no último evento do Facebook, ao lado de nomes como Kim Kardashian e Maroom 5. Construído pelo Chatclub, plataforma de bots da Movile, empresa desenvolvedora de aplicativos como iFood e Apontador, o chatbot do cantor deixa o fã por dentro das novidades, envia fotos, vídeos, possibilita a conversa com outros fãs e a compra de produtos licenciados. No ano passado, a plataforma foi usada pelo artista para fazer o lançamento exclusivo do single “Primeira Semana”, que integra seu novo DVD. “A ação impactou mais de 15 milhões de pessoas e a música foi visualizada mais de 310 mil vezes”, diz Marcelo Gobbi, chefe global de Soluções de Comunicação Móveis da Movile.
O fato é que os robôs estão cada dia mais versáteis. Eles respondem a perguntas sobre produtos, fazem pedido de pizza, reservam hotéis e reduzem significativamente os custos operacionais das empresas. “Temos clientes economizando 2 milhões de reais ano por causa do chatbot”, diz o CEO da Hi Plataform.
Segundo projeções do Bank of America Merrill Lynch, o mercado de Inteligência Artificial (IA) deverá movimentar US$ 153 bilhões no mundo até 2020, 83 milhões de dólares em robótica e 70 bilhões de dólares em análises baseadas em inteligência artificial. No Brasil ainda não há dados computados sobre o segmento.
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